segunda-feira

O Milagre de Cascais




Foi com emoção à flor da pele que um grupo de várias dezenas de Cascalenses acompanhou o Movimento SerCascais no passeio "O Milagre de Cascais", guiado por João Aníbal Henriques a pedido da AMUCA - Associação de Moradores da Urbanização das Casas do Adro. O passeio, que levou os participantes numa viagem no tempo, estendeu-se entre a povoação de Outeiro de Polima e da Conceição da Abóboda, em São Domingos de Rana, mostrando a Villa Romana de Freiria e as muitas estórias que dão forma à História de Cascais. No fim, foi a líder do SerCascais, Isabel Magalhães, quem deu forma ao "milagre", explicando que do empenho de todos depende o futuro do Concelho. Isabel Magalhães é candidata independente à presidência da Câmara Municipal de Cascais. 








Viva Cascais: Engana-me que eu Gosto!





Os partidos que neste momento governam a Câmara Municipal de Cascais, o PSD e o CDS, lançaram agora a sua campanha às eleições autárquicas deste ano. Com pompa, circunstância e muito foguetório,  na linha daquilo que têm feito na edilidade desde que tomaram conta do poder, os dois partidos tentam uma vez mais enganar os Cascalenses.

Mas desta vez é façanhuda a mentira que pretendem pregar e quase humilhante a forma como pretendem passar por entre os pingos da chuva!

Provavelmente envergonhados do trabalho que têm feito desde a saída de António Capucho, o PSD e o CDS não se apresentam ao eleitorado com uma campanha tradicional, assente na obra feita e no orgulho perante o que fizeram… pelo contrário. Mentindo aos Cascalenses, apresentam-se mascarados daquilo que não são e profundamente convencidos de que vão ser capazes de enganar toda a gente.




O LOGRO DO "MOVIMENTO"

Em primeiro lugar, chamam à coligação do PSD e do CDS (os mesmos partidos que estão coligados no Governo) ‘Movimento’! Movimento?! Mas qual movimento? Os dois partidos juntos são uma coligação partidária e não um movimento… certamente querem fingir que são o que não são e fingir que não são os mesmos que têm em mãos os destinos sombrios do nosso País!



A MENTIRA DA "NOVIDADE"

Depois, para além de chamaram ‘Movimento’ à coligação do PSD e do CDS, chamam-lhe ‘novo’! Novo?! Mas como podem chamar novo a uma coligação que foi constituída em 2001, gerada e dirigida pelo anterior presidente António Capucho que deu forma a três vitórias com maioria absoluta? Chamar ‘nova’ à coligação do PSD e do CDS é um embuste de tal maneira pueril que não passa despercebido nem ao mais distraído Cascalense!




A INJÚRIA DA "INDEPENDÊNCIA"

E por fim, como se não bastasse dizerem que a coligação entre o PSD e o CDS é um ‘movimento’ e que é ‘novo’, ainda dizem que ele é ‘independente’! Independente’! Como pode ser independente uma coligação de dois partidos que ainda por cima já estão juntos no poder há 12 anos?

INDEPENDENTES? DE QUÊ? DE QUEM?

Mentindo descaradamente aos Cascalenses, os partidos da velha e decrépita coligação Viva Cascais tentam intrujar os munícipes, sem nenhuma vergonha de o fazer. Fingem, desavergonhadamente, que são aquilo que eles sabem que os habitantes de Cascais desejam avidamente: independentes, honestos e democratas.

A sorte de Cascais é que já ninguém acredita neles!

sexta-feira

Isabel Magalhães Apela à Desurbanização de Cascais





Num apelo claro à desurbanização do Concelho de Cascais, assente no assumir dos muitos erros que reiteradamente marcaram a história urbanística do município ao longo dos últimos anos a líder do Movimento SerCascais, Isabel Magalhães, foi peremptória no compromisso que assumiu com os Cascalenses.

Para a candidata independente à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, o caminho do futuro faz-se a partir da tolerância zero em relação aos projectos que ponham em causa os interesses do Concelho e dos munícipes.

Para garantir sustentabilidade no devir municipal, Isabel Magalhães anunciou a preparação de um plano de desenvolvimento estratégico para Cascais que, depois da sua eleição, dará o mote para o fomento económico de todo o território e que, baseando-se na dicotomia entre o campo e a cidade, permita rentabilizar os cerca de 40% de área não construída que Cascais ainda tem, reafirmando o sector primário, principalmente nas áreas da agricultura e das pescas, e assim reequilibrar estrategicamente a vocação turística municipal.

Na tertúlia eu decorreu ontem, e na qual participaram Diogo Pacheco de Amorim, Gonçalo Ribeiro Telles, João Rei e José Vieira Santos, a voz foi devolvida a Cascais, tendo sido notória a vontade expressa pelos muitos munícipes presentes no sentido de apoiarem a perspectiva estratégica defendida pela líder Cascalense.